Mon Amour

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Sutilmente, Nan Lawson

Postado por - 16/03/2015

Design   4 comentários

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 Olá, tudo bem? Eu já postei aqui e também falei várias sobre minha paixão particular pelas ilustrações da Nan Lawson. Bom, esse não é um post pra falar sobre isso, mas sim pra lembrar de seus belos desenhos. Vou postar aqui seus trabalhos mais recentes pra você relembrar comigo ou conhecer.

Eu adoro o traçado e a delicadeza de suas ilustrações, assim como também a escolha de seus personagens. No site dela há desde desenhos que nos passam leveza até os que nos trazem nostalgia. E esse post é sobre isso, a nostalgia de relembrar minha paixão pela obra de Nan.

Espero que vocês aproveitem cada traço.

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Doctor Who ♥

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Quem quiser saber mais sobre ela pode acessar o post que fiz há alguns anos e para acompanhá-la basta acessar seu site.

Obrigada por tudo e até logo,

Eve ♥

Novas Parcerias

Postado por - 06/03/2015

Biblioteca, Parceiros   3 comentários

Olá, Pessoal! Hoje venho aqui compartilhar uma ótima novidade com vocês, agora o Mon Amour é parceiro da Companhia Editora Nacional e da Conrad Editora (yay!). Nem acreditei quando soube a novidade de tão feliz que fiquei! Os títulos das editoras são uma graça e espero muito que essa parceria dê certo (e vai dar)! Caso você esteja se perguntando o porque de eu ter colocado as duas em um mesmo post é porque, sim, as duas são parceiras. Elas fazem parte de um grupo, o IBEP, com mais outras duas editoras, a Editora Ibep e a Base Editorial.

Em 1925 a Companhia Editora Nacional foi criada por Octalles Marcondes Ferreira juntamente com seu sócio, alguém nada menos que, Monteiro Lobato, que se preparava para publicar uma versão, supervisionada pelo próprio, do 1º livro escrito no Brasil no século XVI, o relato de Hans Staden, Meu Cativeiro Entre os Selvagens Brasileiros, numa tiragem de 5 mil exemplares. No ano de 1980, o Instituto Brasileiro de Edições Pedagógicas (IBEP) de Jorge Yunes adquiriu a Companhia Editora Nacional, formando um dos maiores grupos editoriais do país, com capital 100% brasileiro. E em 2009, a Conrad Editora foi comprada pelo Grupo IBEP-Companhia Editora Nacional.

Abaixo irei listar alguns dos próximos lançamentos das editoras e alguns dos meus títulos favoritos, até agora.

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 DESERTO DE OSSOS01

- Chris Bohjalian

Em 1915, o massacre de milhares de armênios perpetrado pelos turcos tingiu para sempre as areias do deserto sírio com o sangue e os ossos de uma civilização inteira. Em meio a esse cenário desolador, Armen Petrosian, um jovem engenheiro armênio que perdeu a esposa e a filha, e Elizabeth Endicott, uma rica jovem americana, se apaixonam. Mas antes de assumir o que sentem, eles se separam quando Armen se alista no exército britânico e Elizabeth vai trabalhar como voluntária. Ambos testemunharão atrocidades que os marcarão para sempre antes que possam se reencontrar. Quase um século depois, às vésperas do centenário do genocídio, a neta do casal, Laura, embarca em uma jornada pela história de sua família, descobrindo uma história de amor, perda e um delicado segredo que ficou soterrado por gerações.

 

 

 

 

02 JOGADAS DE ABERTURA

- Steven James

Nos livros da série, Patrick Bowers, um agente especial do FBI, impediu a ação dos mais cruéis assassinos seriais já imaginados. Agora Steven James leva o leitor de volta ao passado, para o assustador início da carreira Bowers.          

Milwaukee, 1997. Em uma cidade ainda assombrada pelos crimes de Jeffrey Dahmer, uma série de terríveis sequestros e mutilações leva as  autoridades para um caso nunca antes visto. A polícia acredita que um imitador de Dahmer está à solta.

 Mas Patrick Bowers, então um investigador de homicídios da polícia, suspeita de que exista algo além do que apenas uma homenagem ao infame    canibal. Quando descobre que os crimes assombrosos fazem referência a alguns dos assassinos mais macabros e notórios dos Estados Unidos, a  investigação se  desenrola em uma espiral de pesadelos, manipulações, brutalidade e terror.

 Valendo-se de avançadas técnicas de investigação, Bowers precisa desmascarar um assassino que não irá parar até que sua mensagem seja ouvida pelo  mundo. Arrepiante, audacioso e cheio de reviravoltas, Jogadas de Abertura é um livro imperdível para os fãs de Steven James e do agente Patrick  Bowers.

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SEQUESTRADOS

- Robert Crais

 Elvis Cole e Joe Pike são contratados para encontrar uma garota desaparecida, mas a investigação acaba se transformando em um pesadelo. Cole  desaparece e Pike é obrigado a entrar no terrível mundo do tráfico de pessoas para tentar encontrar seu amigo. Mas talvez já seja tarde demais.

Emocionante, tocante e intrigante, com alguns dos melhores personagens e a melhor prosa da literatura policial, Sequestrados é prova de que “Crais continua ficando melhor a cada livro” (Publishers Weekly).

“Crais consegue deixar o leitor na dúvida o tempo todo com reviravoltas inesperadas e um ritmo alucinante, que faz o leitor sentir como se estivesse bem no meio de um filme de ação.” — Huffington Post.

ROBERT CRAIS é autor de quase vinte livros de ficção policial e de inúmeros best-sellers no New York Times; e também já ganhou diversos prêmios literários nos Estados Unidos. Seus títulos mais recentes são The first rule, The sentry e o best-seller nº 1 Sequestrados.

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06 CALVIN & HAROLDO – AS TIRAS DE DOMINGO 1985 – 1995
Bill Watterson

Um catálogo de exposição de Bill Watterson.

Nascido em 5 de julho de 1958 em Washington, EUA, Bill Waterson ficou famoso mundialmente como o criador da tirinha Calvin & Haroldo. Formado em Ciências Políticas, trabalhou durante seis meses como chargista político no jornal Cincinatti Post. Inspirado em Charles Schulz, começou a publicar as tirinhas de Calvin e seu inseparável tigre de pelúcia em 18 de novembro de 1985 – e parou no dia 31 de dezembro de 1995. Ganhou duas vezes o Reuben Awards, principal prêmio para cartunistas norte-americanos. Waterson também é conhecido por ser relutante no licenciamento de produtos relacionados a Calvin e Haroldo – não existem canecas nem lancheiras oficiais de Calvin, por exemplo.

 

EPILÉPTICO – VOLUME 1 05
David B.

David B. (pseudônimo de Pierre-François Beauchard) teve uma infância, até certo ponto, normal. Nascido em 09 de fevereiro de 1959 em Nîmes, uma pequena cidade próxima a Órleans, brincava com seus irmãos e vizinhos – amarrar sua irmã na cadeira como se queimasse Joana D´Arc é um dos divertimentos favoritos de Pierre e seu irmão mais velho, Jean-Christophe.

Porém essa paz é quebrada pela chegada do “haut mal” – termo coloquial francês para epilepsia. Jean-Christophe sofre seu primeiro ataque, e a doença começa a afetar toda a família. Enquanto a saúde do irmão mais velho começa a deteriorar, os pais arrastam toda a família Europa afora, por uma década, em busca de uma cura para a doença. Decepcionados com as saídas da medicina normal, decidem procurar saídas alternativas, das dietas macrobióticas aos templos Rosacruz.

Porém de nada adianta, e a família entra numa espiral, arrastada pela evolução da epilepsia de Jean-Christophe – tudo representado graficamente no engenhoso traço de David B. Epilético é repleto de metáforas visuais – a epilepsia é retratada, inicialmente, como uma espécie de dragão chinês com o corpo infinito, e quando Pierre, mais velho, começa a compreender melhor a natureza das convulsões do seu irmão, o monstro transforma-se em um aspecto do próprio Jean-Christophe.

 

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O PEQUENO LIVRO DOS BEATLES
Hervé Bourhis

Depois de recontar a história do rock na HQ O Pequeno Livro do Rock, lançada pela Conrad Editora no início de 2010, o quadrinista Hervé Bourhis quis se dedicar a apenas uma e talvez a mais importante banda do gênero: os Beatles.
Nesta HQ é retratada a trajetória do grupo inglês desde antes de sua formação, passando pelos anos da Beatlemania, pela separação do grupo até se focar apenas na carreira solo de seus integrantes.

“Irresistível e gostoso de se ler.”
-O Globo

“Para quem curte rock, é um prato cheio e item de colecionador.”
- Revista IstoÉ Gente

Quero agradecer o carinho e a confiança dessas grandes editoras e por poder ter o prazer de trazer grandes títulos preciosos aqui para o Mon Amour. Espero que logo eu possa trazer ainda mais posts sobre essa parceria aqui para vocês.

Fique de olho também nos sites e redes sociais das editoras:

Companhia Editora Nacional: Site, FacebookTwitter.

Conrad Editora: Site, FacebookTwitter.

Beijos e até logo,

Eve ♥

Claros Sinais de Loucura

Postado por - 01/03/2015

Biblioteca   2 comentários

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Sarah Nelson é uma garota um tanto incomum, com apenas 12 anos ela já tem que conviver com a triste realidade de ter perdido alguém. E pior, esse alguém, seu irmão gêmeo, ter sido assassinado pela sua própria mãe (crime do qual Sarah também foi vítima, mas sobreviveu). Desde então, sua mãe está internada em uma clínica para pessoas com distúrbios psicológicos e por conta de todo esse drama, Sarah e seu pai vivem mudando de cidade. Atualmente os dois moram em uma casa alugada e não muito bem cuidada onde Sarah gosta de ficar sentada os observando sobre um toco de árvore.

A relação entre Sarah com seu pai não é das melhores, mas também não é horrível, são apenas cheias de diálogos rotineiros e sem muita troca de emoção. Ela tem paixão pelas palavras (com o que eu me identifiquei bastante) e as divide em duas categorias; palavras preferidas, como palpável e palavras-problema, como loucura. Graças a primeira, Sarah gosta bastante de escrever (tanto que ela mantém dois diários, um falso e um real) e graças a segunda ela sofre do medo de se tornar “louca”.

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“Quando eu era mais nova, queria ser astronauta. Não poque eu tivesse algum conhecimento especial sobre espaço, o que não era o caso. Era porque eu queria ver a Terra inteira de uma só vez. Vi fotos em um livro de ela é vista do espaço e queria ver aquilo com meus próprios olhos. Um turbilhão marmoreado de azul e branco. depois ouvi um astronauta dizer que podia encostar na janela do ônibus espacial e esconder um grande pedaço do planeta. Dá vontade de saber se Deus faz isso de em quando, só porque pode. Ele talvez queira esconder certas pessoas apenas para ver como as na Terra ficariam sem ela.”

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Ao longo das páginas, Sarah começa a procurar por esses sinais de um modo leve. A história é mais como uma passagem de sua vida do que um enredo em si. O fato de ela não querer apresentar o trabalho sobre sua árvore genealógica ao voltar das férias, ou não passar o verão todo na casa dos avós são algumas de suas preocupações, o que é divertido.

Apesar de ser solitária, Sarah não é completamente sozinha, em sua lista de “contatos sociais” estão sua melhor amiga (ou quase) Lisa e os vizinhos Charlotte e seu irmão Finn que só vêm pra casa nas férias da faculdade. Sarah admira Charlotte, que sabe mais coisas sobre mulher do que ela mesma e, de certa forma quer se espelhar nela quando crescer. Mas é Finn com quem Sarah mais se identifica, um personagem bastante carismático e que divide com ela o amor pelas palavras.

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Como você já deve ter percebido, Claros Sinais de Loucura é um livro é Young Adult, aliás o primeiro no gênero da escritora Karen Harrington e possui uma linguagem bastante fácil. Não é um livro pra quem está esperando “filosofar” é claro, mas também não é um livro que se tornara totalmente descartável em sua memória. É uma leitura breve e bastante gostosa de se fazer. Eu recomendo pra quem está com pouco tempo pra ler ou pra quem quer passar o tempo, ou pra você que leu o livro da última resenha que postei no blog (Diga aos Lobos Que Estou em Casa), pois a Sarah, me fez lembrar June, personagem principal desse, em várias passagens, principalmente pela maturidade.

Você já leu ou ouviu falar sobre esse livro? Tem algum outro título pra me recomendar?

Beijos e até logo,

Eve ♥

God Help the Girl

Postado por - 27/02/2015

Cinema   3 comentários

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Quando soube da existência do filme God Help the Girl, através de um clipe dele, quis assistir de imediato mas, infelizmente (ou felizmente), soube sobre ele bem antes de ser lançado. Assim que ele saiu, no ano passado, corri para assistir e foi amor à primeira vista (ou ouvida), pois o filme tem uma mistura de musical acoplada. Eu estava certa de que já havia postado sobre ele aqui no blog, mas dando uma procurada não consegui encontrar (estou chocada! Haha), vai ver é a idade que está pegando… Bom, antes tarde do que nunca!

O filme faz parte de um projeto intitulado com mesmo nome e é roteirizado, dirigido por do Stuart Murdoch (Belle and Sebastian) e narra a história de Eve (minha xará <3), interpretada por Emily Browning, uma garota que sobre de problemas emocionais e consequentemente de anorexia. Eve é apaixonada por música e por causa da doença, mora em uma clínica de recuperação. Em uma noite qualquer ela foge para ir a um show que reúne várias bandas, lá ela acaba conhecendo James, o vocalista de uma delas e os dois ficam amigos. James é um cara super bacana do tipo que procura enxergar o lado bom da vida e que também ama música.No futuro, James acaba apresentando Emily e Cassei, pra quem ele dá aulas de violão. Os três então decidem formar uma banda. 

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Emily ficou ótima no papel, interpretando perfeitamente Eve e transcrevendo minuciosamente para o telespectador cada sentimento através dos gestos e olhar. Uma coisa que surpreende bastante é a sua voz que é linda e se encaixa perfeitamente com cad canção. Olly Alexander, que interpreta James, também funcionou bastante no papel de cara legal e sonhador, mas creio que o papel, exceto pelas canções, não tenha sido um grande desafio pra ele, pois parece muito próximo de ser um cara normal. Cassey, ops, digo Hanna Murray faz lembrar muito outro personagem de mesmo nome que ela deu vida na série Skins (<3), ou pode apenas ser saudade de fã, mas uma vez ouso dizer que ela é mais uma atriz do filme em que o papel caiu como uma luva (apesar de haverem boatos que primeiramente quem ia interpretar Cassey fosse Elle Fanning).

Enfim, posso concluir que os três personagens principais fazem um ótimo time e não há o que reclamar de suas interpretações. A fotografia do filme, cheio de cores quentes, me encantou, assim como os figurinos a la anos 60/70. God Help the Girl é um filme leve e cheio de momentos fofos. Vale lembrar que o longa não é totalmente musical (o que eu considero bom), mas que as canções são essenciais para o desfecho da história. Já assisti o filme três vezes (ou mais) e com certeza ele foi pra minha lista de favoritos. Aqui você pode ver o trailer e no lugar dele deixo o o clipe que eu citei acima:

Você já assistiu ou tinha ouvido falar desse filme?

Beijos e até logo,

Eve ♥