Mon Amour

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Brownie vegano e sem glúten

Postado por - 10/12/2016

Culinária   0 comentários

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Sim, você leu o título corretamente e sim, é possível se lambuzar sem (quase) peso nenhum na consciência! Como contei neste post aqui, desde agosto venho mudando meus hábitos alimentares e buscados opções mais saudáveis para minha vida. Eu resolvi diminuir boa parte do consumo de glúten da minha habitual dieta, assim como o do leite e seus derivados.

Quem opta (ou é obrigado a) ter uma alimentação restrita sabe que, apesar de o mercado estar em ascensão, é difícil encontrar produtos veganos AND sem glúten por aí, então eu resolvi improvisar. Eu nunca consegui acertar meus bolos com as receitas de “faça você mesmo sua farinha sem glúten”, então, usei uma misturinha pronta. Quero destacar aqui que eu nunca havia tentado está receita e, apesar de ser difícil algo com chocolate ficar ruim, o resultado me surpreendeu muito! Sério, eu não achei que ficaria tão bom!

Outra coisa que quero destacar aqui é que agora também tenho um canal no YouTube (uhm, vlogueira) e este é o segundo vídeo que vou postar lá. É a primeira vez que gravo uma receita – na realidade foram duas, mas a segunda ficará para outro post – e tenho zero experiência em edição de vídeos. Então, perdoem minha “amadorice” (e minha bacia verde) e não desistam de mim. ❣

Ingredientes:

1 xícara e 1/2 de farinha sem glúten
(usei uma misturinha da marca Aminna)

1 xícara e 1/2 de açúcar orgânico (ou demerara)

1 xícara e 1/2 de água em temperatura ambiente

1/2 xícara de cacau em pó

3/4 de xícara de óleo vegetal

1 col. de café de sal (usei o rosa do himalaia)

1 col. de sobremesa de fermento em pó

1 col. de café de canela em pó

1 col. e 1/2 de sobremesa de aveia 

1 col. de sobremesa de chia

Castanhas à sua escolha
(usei um pacotinho de remix de chocolate da marca Mãe Terra)

Papel manteiga e/ou guardanapo para untar

Modo de preparo:

Preaqueça o forno a 180º. Em um recipiente grande, misture todos os ingredientes secos (farinha, açúcar, cacau, sal, canela e fermento) . Acrescente o óleo vegetal, misture e vá adicionando água aos poucos. Depois da massa bem misturada, acrescente a aveia, chia e as castanhas (no meu caso, o mix). Depois é só despejar tudo em uma forma já untada e assar por cerca de 35 minutos. E voilà, seu brownie suculento, vegano e gluten-free estará pronto!

Viu como é fácil?! Lembrando que a receita, apesar de reduzida, leva açúcar e óleo vegetal (que podem ser substituídos por opções mais saudáveis ainda, como o óleo de coco, por exemplo), ou seja, ela não dá o tão sonhado passe-livre pra dieta. Então, aproveita pra fazer ela e chamar quem você gosta pra dividir com você – pode dividir comigo também.

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Playlist para relaxar e ficar “de boa”

Postado por - 06/12/2016

Música   0 comentários

everelax

Tem horas que tudo que precisamos é apertar o pause da vida e relaxar, principalmente no final do ano. Nem sempre isso é possível exatamente quando queremos, mas certamente é algo necessário. Buscar um pouquinho de paz interior acalma a alma e melhor, revigora o corpo.

Existem várias maneiras de buscar essa paz, entre minhas preferidas estão entrar em contato com a natureza, meditar sobre a vida e escutar músicas que passam aquela sensação que nos deixam “na boa”, sabem? Por isso criei uma playlist especial chamada “DEBOÍSMO” lá no Spotify, e resolvi compartilhá-la aqui com você que, assim como eu, é adepto da prática “deboísta” ou está precisando dela na vida.

Eu juro que tentei me controlar na quantidade de músicas escolhidas, mas falhei bravamente. De qualquer modo, é sempre bom termos muitas opções, pois música nunca é demais. Você pode estar ouvindo a playlist aqui ou dando o play logo abaixo. :)

Espero que vocês gostem e se sintam mais relaxados com minhas escolhas (aceito sugestões). Me acompanhe também nas redes sociais:

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Por uma vida mais equilibrada e saudável

Postado por - 01/12/2016

Saúde   2 comentários

amorproprio

De um tempo pra cá eu venho repensando e questionando os porquês de muitos dos meus “quereres”. Às vezes queremos tanto fugir de nós mesmos e temos tanto medo de nos encararmos, que acabamos por nos auto-destruirmos, mesmo que sem querer. Eu comecei a fazer isso de uma maneira quase imperceptível, primeiro trabalhando demais, consequentemente me estressando e, em seguida, comendo demais e exagerando até mesmo na bebida alcoólica. Tudo que eu ganhava como resultado do trabalho, era gasto com comida e bebidas nada saudáveis. O resultado pôde ser dado não muito depois: quilos e mais quilos a mais na balança. Com o tempo, acabei percebendo que eu estava me refugiando tanto no externo que acabei deixando meu eu interior de lado e, isto, meus amigos, é uma das piores ações que se pode fazer contra si.

Se tem uma coisa que aprendi de uns tempos pra cá é que, não adianta tentar fugir de si mesmo, uma hora ou outra você terá apenas duas opções: ou você terá que parar e repensar seus erros e com isso, acabará percebendo que o autoconhecimento é algo que é e sempre será indispensável em sua vida, ou você irá descobrir que a própria vida pode te mostrar isso da pior forma. E vocês sabem o quanto a vida pode ser dura ao querer te mostrar o “ponto de vista dela”, né?! Infelizmente, acabei “escolhendo” a segunda opção e acabei inundada pelas minhas próprias confusões mentais, estresse e consequentemente, baixa da minha imunidade. Eu constantemente pegava resfriados e vivia com dores de cabeça (e olha que sou vegetariana, ex-estudante de nutrição e filha de  Naturopata – mas né, a gente nunca escuta nossos pais).

Eu sou bastante alta, tenho 1,76m e às vezes fica difícil perceber quando engordo. Conforme meu peso foi aumentando as roupas começaram a apertar, é claro, mas foi só quando subi numa balança que passei a ter noção do quanto, 18kg pra ser exata. Eu que sempre estive entre 73kg e 74kg, passei a ter, acreditem, 91kg. Depois desse susto resolvi tomar uma atitude, não só por questões estéticas, mas por questões de saúde mesmo, pois eu estava me sentindo mal há algum tempo, faltava fôlego, comecei a ter espinhas (coisa que quase não tinha nem na adolescência), meu humor se alterava e eu ficava irritada do nada – fora as dores de cabeça e resfriados constantes como falei antes. As mudanças começaram em agosto deste ano, quando, então, recorri à ajuda do meu pai que me indicou não só uma mudança no meu estilo de vida como também à fazer uma destoxificação. Também chamada limpeza orgânica, eu fiz o Programa Kriyá, que além de eliminar toxinas auxilia na reposição de muitos nutrientes. Lembrando que eu não sou uma profissional da área da saúde e estou compartilhando aqui apenas a minha experiência baseada no meu caso clínico.

Apesar de todos sabermos que não há segredo milagroso para uma vida saudável, senão manter uma alimentação balanceada e exercícios, a presença de um acompanhamento de um profissional é indispensável, pois cada caso é um caso. Eu, por exemplo, descobri a partir de testes/anotações diárias algumas coisas que não me fazem bem, como o glúten – ele me deixa inchada e com uma sensação pesada no estômago. Depois de fazer a desintoxicação, que durou 7 dias, eu me senti bem mais apta a “pegar no tranco”, eu perdi muito da minha vontade de comer porcarias, minhas dores de cabeça praticamente sumiram e, felizmente, eliminei cerca de 4kg. Após isso, resolvi fazer uma reeducação alimentar com o auxílio de uma nutricionista, passei a diminuir o consumo daquilo que vinha me fazendo mal, cortei muito do açúcar que consumia (não tomo mais no café, por exemplo), deixei o glúten de lado por um longo período (hoje me permito nos fins de semana) e diminui bastante do meu consumo de laticínios.

Eu comecei devagarinho com os exercícios físicos, dando voltas de bicicleta e caminhando por aí e, mesmo assim já estou me sentindo muito bem com o resultado. Afinal, em cerca de menos de 4 meses, estou recuperando minha força física, estou mais bem disposta, minha pele e cabelos estão mais saudáveis, nunca mais peguei gripe e pra felicidade das minhas roupas, perdi quase 10kg no total – até agora. Estou escrevendo este post aqui hoje pra te inspirar e dizer que se realmente queremos, é possível mudar sim. Não é algo fácil mas, com certeza, é gratificante.

Como todos sabem sou propagadora do amor próprio, então, jamais iria impor alguma “ditadura da magreza” aqui no blog e é justamente por ser pró ao amor à nós mesmos que estou escrevendo este post. A partir do momento que resolvemos mudar nosso estilo de vida, temos que buscar essa mudança não só no parâmetro exterior, não é estética, mas também sabendo dos benefícios que elas irão nos trazer – emagrecer é consequência. Eu passei a me alimentar de uma forma que trará benefícios não só no presente para meu corpo, mas no futuro principalmente.

Eu sei que nunca serei uma Gisele da vida, até porque minha genética não ajuda e estou super de bem com isso. Prefiro mil vezes ser como sou do que ficar sem chocolate. Eu sempre me permito tomar uma cervejinha uma vez ou outra na semana e comer um brigadeiro com pipoca (vício) às vezes, pois como costumo dizer, é tudo questão de equilíbrio. O que devemos levar em mente é que, assim como tudo na vida, o que fizermos hoje terá consequências lá na frente, então nada melhor do que tentar evitar as ruins. E se você, assim como eu, se ama, não há nada mais justo que cuidar desta “casa” em que vive, seu corpo. Você vai perceber que só tem a ganhar com isso. Está semana eu comecei a frequentar a academia, pela terceira vez na vida, e espero me acertar com ela desta vez, haha. Se vocês gostarem, logo postarei mais alguma coisas sobre o assunto.

Você também pode estar acompanhando meu progresso nas redes sociais. Se você ainda não me segue por lá, cá estão elas:

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Quanto tempo é necessário para esquecer um amor?

Postado por - 22/11/2016

Textos   0 comentários

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Quando alguém lhe toca de uma maneira que você jamais imaginaria que poderia ser tocado e tudo que você sabia sobre o amor passa a se tornar descartável, a vida te mostra que não é tão difícil assim abrir mão de suas certezas. Acreditar no inimaginável não parece tão ruim quando se tem uma experiência única perante ao amor. Mas, e quando esse amor resolve ser aniquilado por um (ou ambos) dos lados, como proceder?

Se você chegou aqui achando que teria uma resposta exata para o título deste texto, desista, pois o laboratório de ciências humanas Mon Amour não trabalha com números. Não adianta, ainda não existe uma fórmula cientifica que identifica um número X de dias, meses ou anos para se esquecer um relacionamento de mesmos dias, meses ou anos. O que existe é saber no que você irá se concentrar após o término e que, como tudo na vida, isso também exige equilíbrio. Buscar todas as distrações possíveis para tentar fugir dos seus próprios pensamentos, não irá resolver suas dores e sim lhe fará acumular rancores desnecessários e culpas inexistentes. Do mesmo modo como ficar apenas se lamentando, chorando pelos cantos e tendo pena de si mesmo não irá.

Deixar pessoas importantes em nossa vida irem embora nunca é e nunca será uma tarefa fácil, ainda mais quando elas partiram por escolha própria, mas existem sim umas coisinhas que podem nos ajudar a amenizar essa dor. Em primeiro lugar (fase 1), você terá de deixar a dor aparecer, no começo pode ser difícil, pois você poderá estar contaminado pelo mal ilusório do “estou livre, uhul” (mas logo isso passa, não se preocupe). Em segundo lugar, quando essa dor aparecer (e sim ela vai aparecer) você terá de encontrar uma maneira não muito autodestrutiva de lidar com ela (recomendo músicas tristes, lenços e alguns dos meus textos), provavelmente aqui você irá intercalar os choros de raiva com os choros de “mas a gente tinha tanto potencial” e provavelmente irá querer estagnar nesta fase eternamente – não faça isso. Muitas pessoas se deixam passar batidas por essa fase, como se não fosse preciso, mas não esqueça ela é muito importante e serve também para reanalisar todos os “erros” e “acertos” cometidos até então, por tanto ela se torna inadiável – o sucesso das fases posteriores depende disso.

Se você conseguiu passar pelas fases citadas acima de forma esplêndida e chegou aqui orgulhosamente com a cara inchada, vamos continuar. As seguintes fases irão lhe exigir um pouquinho mais de esforço, ou seja, você não poderá passá-las apenas estando com a cara enfiada entre o travesseiro. A terceira fase é a que eu costumo chamar (acabei de invetar) de “fase das gavetas”, é nela que você fará a separação do que fica, o que será filtrado e o que será descartado. Na gaveta do que deve ficar (popularmente conhecida por mim como a gaveta do carinho) estarão seus bens mais preciosos, coisas como a primeira vez que vocês se viram, o primeiro beijo, o pedido de namoro e/ou um simples passeio de bicicleta – tente permanecer firme aqui. Na gaveta do descarte estarão as lembranças mais pesadas, provavelmente ela contará com promessas nunca cumpridas, “verdades não verdadeiras” e algumas discussões – essa gaveta poderá ser destruída no futuro. A última gaveta é com certeza a mais importante delas, a gaveta dos porquês, aqui você irá colocar todos os motivos de vocês terem se afastado, guarde nela o modo como você estava se sentindo nos últimos momentos em que vocês passaram juntos, quais seriam os porquês de vocês não estarem abraçados neste exato momento e até mesmo o que vocês desgostavam um no outro.

A quarta fase é aquela que todos querem te obrigar a começam mesmo sem você ter concluído as fases anteriores, ela se chama seguindo em frente bravamente – ela também pode ser feita juntamente com as fases antecedentes, mas jamais sem elas. Dentro dela é possível conter muitas subfases que poderão ser inventadas por você mesmo com o tempo, mas vou lhe apresentar as mais comuns e de efeito positivo pra mim. Provavelmente alguém que te ama e se preocupa contigo irá querer te animar sugerindo programas que, momentaneamente, parecerão (e inicialmente serão) chatos e você irá querer negar o convite ou achará uma forma extremamente ninja de fugir dele, tente não fazer isso, aceite os convites, saia de casa, se esforce e esteja lá (seja lá onde quer que for). Outra coisa que essas mesmas pessoas irão tentar fazer é conversar sobre o termino, então aproveite a oportunidade, abra seu coração e fale sem medo – às vezes nesses papos saem umas verdades que você realmente precisava ouvir. Caso conversar não seja muito seu estilo, escreva – “vomitar” palavras é sempre libertador.

Minha próxima dica é: seja feliz. Simples, né?! “Fácil falar, Evelise, não existe fórmula pra isso também” e eu digo que existe sim, o nome é serotonina e dopamina (science, bitch!). Faça atividades que elevem esses neurotransmissores que são responsáveis pela felicidade e sensação de bem-estar; saia para caminhar por aí com fones de ouvido; ande de bicicleta; corra; nade; se alimente de uma forma mais saudável; beba muita água; coma chocolates e você terá muito mais motivos para sorrir. Por último, não deixe de olhar para dentro de si, os momentos que temos sozinhos são os mais propícios para o auto-conhecimento, cuide de você de todas as formas possíveis, pratique o amor próprio e quem sabe, esteja pronto para receber um novo amor.

Provavelmente você irá querer voltar para a fase 2 muitas vezes ao longo da sua jornada e terá que relembrar da fase 3 constantemente, mas tudo bem, isso faz parte do processo. Quanto a pergunta inicial sobre esquecer um amor, sinto lhe informar, mas não existe esse negócio. Existem sim algo chamado lembrança e saudade, esses são os sinônimos de para onde um amor deve ir, pois se foi amável é porque foi digno disso, de seu tempo e dedicação. Se lhe fez crescer de alguma forma, nem que seja apenas como aprendizado, a única coisa que ele merece é agradecimento. Então agradeça por este amor, pois por mais errado que as coisas parecem terem dado, ao menos você teve a oportunidade de ter feito parte de algo tão grandioso. Guarde ele com carinho em um potinho e não tenha medo algum de seguir adiante.

Lembre-se sempre que amor quando doado não se subtrai, ele se multiplica.